segunda-feira, 28 de julho de 2014

Recebi esse texto por email do Rev. Simoton, e vou compartilhar com vcs meus queridos amigos e irmãos leitores!!!
Wagner

FALARAM DE MIM, E MUITO MAL

        

        MEDITE: ”Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão, ou julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz.” Tg 4.11
        

        O falar mal dos outros tornou-se um hábito tão enraizado que tornou-se algo obrigatório na agenda diária de muitas pessoas.  O falar mal dos outros é um mal presente na sociedade contemporânea. Pessoas fofocam no ambiente familiar, nos espaços de trabalho, dentro dos elevadores, em ônibus coletivos, enfim, sempre que têm oportunidade.

        Hoje encontrei um amigo por excelência, um amigo  revoltado, entristecido, porque alguém levantou injuria contra ela, falou falsamente, caluniou, fez juízo de sua personalidade, sem causa, causando um efeito tão ruim.

        Há pessoas assim como este que causou tristeza ao meu amigo. Tem pessoas que são conhecidas pelas rajadas que dispara contra todos. Há outros que transformam o falar mal de alguém em comentário de alguém que não tem nada para falar: “a gente só está comentando”. Você já observou que geralmente gostamos de falar mal dos outros, de criticar, analisar as ações dos outros negativamente. Mesmo na igreja, nos deparamos com situações bastante vergonhosas. 

        Cientificamente o falar mal é uma coisa normal para algumas pessoas, haja vista que a fofoca libera uma substância chamada endorfina, que dá aquela sensação do prazer, porém os cientistas afirma ainda que a fofoca passa a ser uma doença quando o ser fofoqueiro não consegue viver sem a fofoca e ai passa a inventar histórias. Os médicos neurologistas chegam a afirmar que aqueles que tem excesso de falar mal dos outros precisam de tratamento neurológico.

        Aquele que fala mal dos outros é uma pessoa que está sempre em conflito consigo mesmo. Quem está de bem com a vida não tem sequer vontade de caluniar, quer apreciar as coisas boas da vida. Por vezes, essas pessoas que falam mal dos outros lidam de forma inadequada com suas próprias perturbações. Várias das pessoas que que falam mal dos outros, falam porque tem inveja, e não tem coragem de falar face a face com as vítimas da fofoca. Como percebe-se nas palavras do apóstolo Pedro, toda a malícia, fingimento, inveja e murmuração devem ser deixados, abandonados, apartados, largados, colocados de lado. “Por que algumas coisas te incomodam tanto? Por que algumas pessoas mexem tanto contigo que você precisa falar mal deles para se sentir aliviado? Por que certas atitudes te exasperam? Comece esse processo de olhar para você (e deixar os outros um pouco de lado) e o que você descobrirá tem muito a ver com o que sempre ouviu a respeito...infelizmente, o que nos exaspera no outro, temos em grande quantidade em nós.“

        Contudo, esta é uma prática condenável pela Bíblia. O verdadeiro cristão, com desejo sincero de seguir a Deus em todas as áreas da vida, deve evitar este assunto em todas as ocasiões. Não há nenhuma hipótese, de acordo com a Bíblia, em que a fofoca possa ser praticada.

        Tiago deixou alguns importantes ensinos a serem observados com atenção:

        “Alguém está pensando que é religioso? Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo.” Tg 1:26

        “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.” Tg 3:14

        “A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.” Tg 3:6


        Se você está a fim de mudar a qualidade de suas conversas e o tipo de pessoas que você atrai, você vai ter que começar a olhar para você e descobrir quem você de fato, assumir seus erros e como você é, e, abrir o coração para que Deus faça as mudanças necessárias na sua vida, afim de você poder glorificá-lo melhor. Se você assumir esta responsabilidade de querer mudar, então você irá mudar, porque somente aqueles que sentiram esta necessidade, Deus proporcionará as mudanças necessárias.

        Que o Senhor vos abençoe!


        PENSE: O melhor lugar para criticar o próximo é na frente do espelho. Anônimo.

        ORE:  Senhor! Que as palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração, sejam agradáveis na Tua presença. Em nome de Jesus, amém!

        Com Carinho!

        Rev. Ashbell Simonton Rédua

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Púlpito e Ética

Olá queridos, depois de uma sexta daquelas muito bem trabalhada, comecei a meditar e lembrar do meu velho e sábio pai, o qual tenho uma grande referencia de homem, marido, pai, cristão...Em seus 91 anos, nunca escutei nenhuma palavra negativa a seu respeito. (sou babão mesmo, e muito apaixonado com meu velho.rsrsr) Então, nessas lembranças, lembrei me das suas respostas as minhhas muitas perguntas a ele feitas. E uma delas foi sobre politica partidária e Igreja. (ele um exímio pregador e proclamador da Palavra de Deus, e totalmente contra politica dentro das igrejas.) Nisso quero partilhar com vcs a questão PÚLPITO e ÉTICA. A palavra ÉTICA Vem do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). São princípios e valores morais que norteiam uma sociedade ou alguma disciplina específica. Já PÚLPITO vem de "pulpeto". Do lat. "pulpitum". Também: Tribuna, estrado. Local elevado de onde fala um orador, geralmente dentro de um templo religioso. Portanto essas palavras, trocando em miudos seria nada mais do que regras que norteariam a administração e o funcionamento da pregação numa igreja cristã, que tristemente, nos dias de hoje, vivemos um empobrecimento da prédica; os sermões têm deixado muito a desejar. Os pregadores não têm se portado à altura do ofício divino da pregação bíblica. Logo, por força dessa falta de valores as igrejas têm perdido sua identidade cristã, tornando-se auditório comum e secular. O púlpito não deve ser tribuna de auto-promoção. Há mensagens que não passam de bajulação disfarçada ou de egolatria exacerbada. Prega-se o homem, não a Cristo. Prega-se o servo, não o Senhor. Prega-se a obra de Deus, não o Deus da obra. Sermões desse tipo poderiam ter como hino o que diz: "Sim, há de ser GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM". Um sermão bíblico aponta para outro caminho: o caminho da glória divina e da incapacidade humana; aponta para a honra a Cristo e a submissão do pecador. Qualquer coisa diferente disso é jactância mundana, não pregação bíblica: "É necessário que Cristo cresça e que eu diminua." (Jo 3:30)
Pregadores devem usar a Bíblia... não é o jornal do domingo, nem a revista semanal. Não é o multimídia com vídeos interessantes nem o livro mais vendido da semana. Púlpitos cristãos devem ter BÍBLIAS como base, como texto, como fonte, como fundamento. "Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho." (Sl 119:105) Sermões devem ser cristocêntricos. Os púlpitos de igrejas devem falar de Deus, de Cristo, do Espírito Santo, da Graça, da alma, da vida eterna, e não somente de efemeridades meramente psicológicas e socias. "Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. "(1Co 1:24) E por fim, o púlpito não é lugar para política. Há sermões que descem do Céu para tomarem as bandeiras das lutas sociais. Transformam o auditório bíblico em palanque de lutas partidárias ou ideológicas. Quando não, em época de eleições, cedem seus púlpitos para que políticos dêem seus recados. Isso é adultério espiritual. Para os políticos existem as tribunas. Para os pregadores os púlpitos. Política cuida do Reino do Mundo; Igreja cuida do Reino de Deus. "E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele." (Mc 12:17) Pregadores devem ter postura, portanto, usar o microfone de igreja para esbouçar a sua preferencia politica, e seu desafeto partidário, define o seu caráter de pregador. Espero sinceramente que os nossos púlpitos melhorem em qualidade. Um bom púlpito pode transformar uma igreja. Um sermão qualificado em um pregador capaz pode ser a fagulha que acende um reavivamento na Obra do Senhor. Que sejamos pregadores fiéis em nome de Jesus.